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Você sabe de onde vem o alho que você compra?

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

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No verão passado, eu escrevi sobre a emoção de colher cebolas. Uma delícia. Veja aqui.

Este ano fomos além. Plantamos as cebolas, os tomates, pimentões, pepinos, berinjelas, abóboras... e alho. O alho, como a cebola, é bastante usado aqui em casa. Eu e o Deva adoramos.

Nos últimos anos, o alho tem causado um certo impacto em pessoas das nossas relações. Isso porque em um ciclo de sustentabilidade que realizamos em empresas fazemos um exercício que convida a dar um zoom mais atento aos padrões de consumo.

No exercício, a turma é dividida em grupos e convidamos cada grupo a desenhar o ciclo completo de vida de um determinado produto, desde sua origem até seu retorno a esta origem (se é que ele é possível). Trabalhamos com produtos mais complexos - como lata de achocolatado - e produtos mais simples - como o alho.

Normalmente, o grupo que pega o alho acha bem fácil, afinal... terra, transporte, armazenamento, transporte, supermercado, transporte, casa, comida, esgoto... Mas, olhando com atenção o rótulo do alho oferecido, o que parecia óbvio deixa de ser.


Isso mesmo, o alho que entregamos para o exercício vem da China. E isso não ocorre porque escolhemos o pacotinho a dedo. E, sim, pelo fato de que a maioria do alho consumido no Brasil é importado. E do volume importado: parte vem da Argentina, parte da China. Basta olhar com atenção as etiquetas nas gôndolas dos supermercados.

O governo de Santa Catarina tem apresentado os números e a realidade atual imposta. Coloco isso para frisar que Santa Catarina tem um grande número de produtores de alho que estão perdendo espaço para o alho Chinês. Se Santa Catarina é aqui do lado, por que nossos supermercados nos oferecem alho importado? Estranho esse tal ser humano.

Coloco aqui um link para quem quiser aprofundar neste assunto. São os dados de importação de alho do ano de 2010 gerados pela ANAPA – Associação Nacional dos Produtores de Alho.
http://www.anapa.com.br/principal/images/stories/importacoes/importaes_do_ano_de_2010.pdf

Trechos importantes que retiro do texto:
  • “Novo recorde de importações de alho no ano de 2010”
  • “Ano após ano a China está aumentando sua participação na demanda de alhos no Brasil.”
  • “A preocupação sem dúvida é em relação a China que domina o mercado mundial de alho e segundo informações extra-oficiais, indicam aumento na área de cultivo. O incremento na área de plantio na China pode causar uma oferta a mais no mercado de algo como cem milhões de caixas.”

Com o aumento de participação do alho chinês no mercado brasileiro algumas perguntas me surgem:
  • O que acontecerá com os produtores locais?
  • Quais os custos do alho chinês realmente não são considerados para que ele chegue no Brasil mais barato que o produto local? Social? Ambiental? E o transporte?

Outra curiosidade da etiqueta é a frase: “impróprio para plantio”.

Isso significa que o alho é gerado a partir de sementes híbridas (detalhe: a Argentina está plantando com sementes híbridas chinesas), ou seja, sua semente não rebrota. O que acontece é que ela seca e some sem gerar um novo broto. Isso é feito, pois o fato de não rebrotar faz com que a cabeça de alho dure mais tempo e suporte o tempo de transporte e armazenamento necessário para chegar até a casa do consumidor. Por outro lado, é uma semente sem potencial de vida. É estéril, morta.

Fico com as sementes vivas, potenciais! Fico com o alho local! Fico com a cadeia econômica local! E, neste ano, fico com a nossa produção. Não sei quanto tempo durará o que foi plantado, nem em função do consumo, nem em tempo até rebrotar. Estamos aprendendo. Enquanto tiver e der, vou usar. Quando acabar, voltarei a comprar o alho orgânico local.

As cabeças ainda jovens, já dando sabor nas nossas comidas

Para quem não vai à feira, o supermercado vende alho orgânico local. Ele é bem mais caro que o alho híbrido chinês (por questões óbvias). Mas qual o percentual do gasto em alho em seu orçamento total? Por outro lado, qual o impacto em escolher e incentivar a cadeia econômica local? Se você percebe que o percentual é pequeno e o impacto enorme, entre nesta cadeia! E se você curte uma feira orgânica, lá o valor é bem mais em conta. Ou então, faça como nós, plante alho!
Nossa plantação, que conta com umas 60/70 cabeças de alho

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Preparando o próximo inverno

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

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É estranho pensar no inverno de 2012 em pleno inverno de 2011. Mas indiretamente é isso que estamos fazendo. O Deva está plantando cebola, alho e tomate para consumo no verão e para fabricação de molho para o inverno 2012. Se olho para trás, hoje estamos consumindo conservas de produtos semeados no inverno passado, pura tecnologia ancestral!

Enquanto me encanto com os tempos do campo, usufruímos da abundância do que estamos colhendo: cenoura, nabo, brócolis, couve, couve-flor, espinafre, pimentinha, aipo... Tenho me esbaldado no aipo, pois ele  está a pleno vapor na horta e tem me proporcionado vários exercícios na cozinha, para deleite das cobaias:
- Creme de aipo, brócolis e couve-flor (ainda farei um post, pois foi aprovadíssimo)
- Tabule com aipo, cebola, cenoura e rúcula
- Cordeiro desfiado com aipo e maçã
Delicinhas de aipo!

Contornando os canteiros é possível encontrar serralha, dente-de leão, serralinha, amora, fores comestíveis, girassol, tabaco... O caminhar pela horta deve ser sempre com cuidado, pois a qualquer momento pode brotar alguma surpresa!

Compartilho algumas fotos que este sol primaveril nos permitiu tirar:

Salsinha e o Aipo!


Cebolas crescendo!

Muitas cabeças de alho!

Bendito alho poró!

Tomates, que te quero tomates! Serão vários canteiros, uma festa!

Um novo ciclo de alface. Ao lado couve e alface.

Fico devendo uma foto dos canteiros de brócolis e couve-flor. Ao fundo a direita estão eles, lindos, lindos!

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Fim do outono no Arupa - ou será a primavera?

quinta-feira, 16 de junho de 2011

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Compartilho lindos recortes do fim do outono no Arupa. Todos os créditos dos registros para a sensibilidade do Deva.

Eu sou uma borboleta sonhando ser um monge ou sou um monge sonhando ser uma borboleta?

Rúculas e alfaces na horta

Berinjela ainda no fim do outono?! Hum, delícia!

Cenouritas despontando com toda a sua força.

Quero que você me aqueça neste inverno... pimentinhas, pimentinhas

Invasor desaforado! No meio das cebolas, o espinafre vem sozinho com toda força!

Finalizando com um lindo amigo que come as amorinhas silvestres e depois dorme o sono dos anjos... não, não, dorme o sono dos ouriços! Lindo! Amigo íntimo do Deva, o Taranatiriço!


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No corre-corre da vida... é só vida acontecendo! Onde fica o corre-corre?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

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Nossa, estou super em débito com o Blog. E não é por falta de assunto, pelo contrário, muitas coisas acontecendo!

O curso de cozinheiro está cada vez melhor. Dentro do curso, estamos com um projeto de pesquisa que tem como pesquisa a relação entre os produtores rurais orgânicos de POA/Viamão e alguns restaurantes de POA. Estamos na etapa de entrevistas e brevemente trabalharemos nas hipóteses levantadas. Assim que chegarmos aos resultados, compartilharei aqui.

Além disso, estou estudando algumas receitas, pois entrei para um concurso de culinária que o SENAC promoveu como uma pré-seleção para outro concurso. Independente do resultado, tão logo seja possível, compartilharei a receita qui.

Entre estes temas e tantos outros que estão acontecendo, a horta floresce a mil: linda, linda! Alfaces, rúculas, nabos, cebolas, cebolinhas, brócolis, espinafre, aipim, salsão, alho poró... E o pomar, cítricas e mais cítricas, amoras silvestres!


Compartilho uma linda imagem, uma colheita recém saída da terra! Vida acontecendo! O corre-corre é apenas uma percepção de corre-corre. O que fica é vida acontecendo!

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Estação Cebola, fica para trás junto com o Verão...

segunda-feira, 21 de março de 2011

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Hoje eu usei nossas últimas cebolas! Depois da super colheita, não consegui fazê-las durar o inverno, mal chegamos no outono. Claro que eu acabei abusando com recitas de relish, caponata, molhos... e elas foram indo. Realmente deu para aprender que eu uso muita cebola na minha cozinha e que muitas vezes ela passava despercebida. Foram 03 meses e meio de fornecimento. Mesmo que eu não fizesse as conservas, precisaria de, no mínimo, umas 03 vezes o que produzimos... ufa, haja canteiros! Vamos tentar nos organizar melhor para a próxima safra. Por enquanto, agradeço a abundância de cebolas na feira do Bom Fim e aos nossos heróicos produtores! Sei que em algum momento a cebola some das bancas e o desafio será ter alternativas para o cardápio. Admito: amo estes desafios!

Acho que o mais importante de plantar, cuidar, colher, armazenar, usar e ver acabar é aprender a valorizar o produto, o produtor, o processo, a terra e o prato. Parece que o lugar acessado passa a ser outro; a dinâmica do cozinhar uma simples cebola passa a ser outra - sai do trivial é vai para a categoria gourmet no cardápio. Pelo menos para mim está sendo assim... :)

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