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Doce de Abóbora

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

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Eu tinha armazenado aqui em casa uma abóbora menina (aquela de pescoço) há uns 04 meses. Ela foi colhida com um pedaço do caule, o que permitiu que ficasse intacta até agora.

Ontem, finalmente, resolvi dar um destino para ela. Doce de abóbora aromatizado com fava tonka e lírio do brejo.

A receita é bem fácil, mudei apenas as especiarias. Já falei da fava tonka aqui. E do lírio do brejo aqui.


Ingredientes:
  • 2,5 kg de abóbora descascada cortada em cubos (daqui do sítio)
  • 2,3 kg de açúcar demerara orgânico (da Native, compramos direto do fornecedor)
  • 5 xícaras de água
  • 1/2 fava tonka ralada (da chá e cia)
  • 01 bom naco de lírio do brejo descascado e em pedaços (daqui do sítio)
  • Suco de 01 limão (daqui do sítio)
  • 2,5 colh de sopa de cal virgem (comprei um pacotinho de 150 gr em uma ferragem, a vendedora me garantiu que servia para fins culinários... deu certo)
Diluir bem o cal em 2 lts de água. Colocar a abobóra na água com cal e completar com o suficiente de água para cobrir todos os cubos. Deixar agir por 01 hora mexendo de vez em quando para que os cubos de cima desçam e tomem contato com o cal. Passado este tempo, escorrer e lavar bem os cubos para tirar qualquer resíduo de cal.

Colocar o açúcar e a água em uma panela grande e deixar o açúcar desmanchar bem até ferver e não ficar nenhum grão inteiro. Deixar ferver por uns 15 minutos em fogo baixo.

Acrescentar as especiarias, o suco de limão e os cubos de abóbora.

Deixar ferver novamente e cozinhar em fogo baixo até a abóbora ficar macia (em torno de 45 minutos, 01 hora).

Colocar em vidros previamente esterilizados cobrindo com a calda. Já expliquei como esterilizar aqui.

Deixar curtir por uns dias e bon appetit!

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Bardana, lírio do brejo, boa companhia...

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

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Ando meio distante da cozinha, distante do blog... No sábado passado nos visitou o Gabriel, meu querido professor do SENAC. A partir desta visita surgiu um leve movimento de retorno às panelas. Cozinhamos juntos. Uma delícia!

A entrada foi bardana (quase um kimpira gobo - sem cenoura) refogada no shoyu, sakê e gergelim. Foi a primeira bardana que usei do canteiro. Ela não cresceu o esperado - talvez porque não tenha dado tempo suficiente ou o canteiro deva ser mais alto. Aqui o link para a saga completa. Como são 60 pés, vou usando aos poucos e acompanharei o desenvolvimento. Já tenho idéias alternativas para novas experiências de plantio para a próxima safra.


O prato principal foi uma ripa de costela assada no forno com papel alumínio em fogo baixo por 03 horas. Nunca tinha feito ripa no forno, ela é bem gorda... ficou super macia, mas ainda prefiro na churrasqueira, fica menos pesada.

Acompanhando a costela, um prato inusitado: massa feita em casa (pelo Gabriel) no pesto de espinafre e raiz de lírio do brejo. O desafio era pensar em um prato salgado com a raiz do lírio do brejo. Foi divertido fazer. Ficou gostosa, mas ainda deverá ser aprimorada. Fomos comedidos na raiz, poderia ter mais. O lírio do brejo é um ingrediente bem intenso. Como muito bem colocou o Gabriel, no começo é floral, depois fica amargo e por fim é picante. Uma abundância de sabores em um pequeno naco de raiz. O laboratório com o uso de alimentícias não convencionais seguirá, foi o desafio proposto ao Gabriel que levou para casa um bom pedaço da raiz.
O pesto usado foi básico: espinafre, um dentinho de alho, parmesão, azeite de oliva, nozes pecãns. A raiz de lírio do brejo foi fatiada em lascas finas, levemente refogada.


Para finalizar, doce de leite, queijo e nozes... sobremesa de última hora para acompanhar o cafezinho.

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Conserva de gengibre e de Lírio do Brejo

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

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Quando escrevi sobre a bardana (veja aqui), comentei que 1995 eu fiz um curso de culinária japonesa. Como a feira ecológica está com uma grande oferta de gengibre bem novinho, aproveitei a safra para fazer conserva de gengibre (shoga gari).

Em primeiro plano o gengibre que é mais amarelinho.

Faz tempo que estava com a idéia de fazer uma conserva com o lírio do brejo (Hedychium coronarium, tem quem chame-o de gengibre branco). Para saber sobre ele, veja aqui. Assim como o gengibre, esta planta é um rizoma e cresce em lugares úmidos. Aqui no sítio ela é abundante. A flor é linda e muito cheirosa (como um jasmin), além de comestível. Esta flor tem um saber picante que é uma delícia, gosto muito de usar em saladas.

O teste que fiz deu certo. Hoje provamos as duas conservas. Eu adoro o gengibre em conserva e curti bastante o lírio do brejo, ele é mais floral. Imaginei um sorbet feito com esta conserva. O Deva que não é muito fã dessas conservas provou e confessou que não gosta de nenhuma, mas achou o de lirio do brejo mais floral.

À esquerda o gengibre bem novinho. No meio uma raiz bem fibrosa de lirio do brejo que acabei não usando (é como um gengibre velho) e na ponta um rizoma novo da mesma planta.

Em primeiro plano o lírio do brejo que é mais rosado.

Receita da conserva:
500gr de gengibre bem novinho (da feira ecológica) ou o lírio do brejo
02 xic de vinagre de maçã (da feira ecológica)
01 xic de água
02 colh de sopa se sal marinho (da feira ecológica)
01 xic de açúcar cristal orgânico (do supermercado)

Modo de fazer
Descascar o gengibre e cortar fino.
Colocar em uma travessa com sal
Descansar por umas 06 horas
Tirar o líquido espremendo (descartar o líquido)
Ferver os demais ingredientes para desmanchar o açúcar
Colocar o gengibre em vidros esterilizados (veja aqui como esteriliza-los)
Por cima colocar o líquido fervente assim que o fogo for desligado
Por fim, fechar e deixar descansar por uns 10 dias em temperatura ambiente

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A estética dos jardins: o conceito de estética vai mudando, pelo menos o meu

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

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Já falei mais de uma vez aqui no blog da minha atual ambivalência com o jardim ao redor da nossa casa. Vide links aqui e aqui. Hoje li um texto que trata de um assunto relativamente recorrente na minha cachola.

Quando nos mudamos para o sítio, tínhamos caseiros que moravam aqui também (hoje já não temos mais). Nesta época, nossa horta era a metade do que é hoje e produzia bem pouco, não tínhamos vaca, muito menos uma rede de trocas local. Uma das principais atribuições do caseiro era deixar o jardim impecável: a grama sempre aparada, as pedras limpas, as árvores e arbustos podados, as ervas daninhas bem longe daqui. Isso servia para todo o entorno da casa.

Hoje, caminhando pelo jardim, honestamente, a frase que ainda vem é: "que jardim sujo!" Sujo? Como assim? A grama sumiu entre tantas rasteiras estranhas e outras não tão rasteiras assim, as pedras estão intercaladas por arbustos de diversas cores e tamanhos (inclusive a amoreira que citei em um dos artigos acima linkados). 

Já não vejo mais diferença entre o jardim da casa e a área do sítio. Será que isso ocorre porque o jardim está sujo ou porque definitivamente fazemos parte deste ambiente que nos acolheu há seis anos? Ou porque as prioridades mudaram? Estamos sem caseiro e entre cuidar dos tomateiros ou da grama, definitivamente, fico com a primeira opção.

Bom, neste texto que li há uma frase um tanto forte que diz o seguinte: "Cortar a grama é coisa de rico, cuidar de horta é para pobre." Ele fala do modelo norte-americano e resgata a história da nobreza inglesa que ostentava lindos jardins com espetaculares gramados. Link para o texto do Efraim Rodrigues aqui. Vale ler! 

A frase que citei faz sentido, mas o curioso é que realmente valores mudam... sinto-me muito rica em cuidar de uma horta. Sinto-me feliz!

Esses dias recebemos uma visita que foi conhecer a horta com o Deva. Ela comentou que a horta estava um tanto suja. O Deva ficou com uma cara de interrogação, pois simplesmente não acessou o comentário. De onde vejo a horta é linda!

E sobre o jardim, estou aprendendo com ele. E este jardim será o jardim visitado por quem vier comer da nossa comida. E este é o jardim que queremos transformar cada vez mais em área produtiva. Hoje ele já tem goiabeira, acerola, pitangueira, pessegueiro, roseiras, abacaxi do reino, capuchinhas, amoreira silvestre, azaléia, colônia, citronela, amoreira, babosa, agapanthus, limoeiro, uma espiral de ervas, bertalha... e as queridas tanchagem, dente de leão, serralha... Sim, muitas pancs espalhadas no meio do gramado. A grama quase não existe mais. Nada contra a grama, mas a força das espontâneas é incrível! Por que brigar com elas?

Deixo de brigar e devagarito vou experimentando novas formas. Afinal, estamos em Arupa!

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Inhame Rosti - voltando para casa, para o blog e para os testes

sábado, 5 de novembro de 2011

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Saudades de casa!

Faz uns bons dias que não posto nada aqui. Eu estava viajando. Fui conhecer uma delícia de pessoinha, meu sobrinho! Fiquei fora 05 dias e ontem me senti como uma criança que está com sono, choramingando, irritadiça. Nossa, é bom viajar, mas voltar para casa é inexplicável. Ontem cheguei e fui direto para a rua. Fui ver as ervas, as flores, os cachorros, a horta. Fui colher frutas e verduras. Fui respirar o ar de arupa.

Hoje acordei descansada e com um pouco de ressaca. O corpo reclama. Impressionante como o trabalho na horta e na cozinha são relaxantes. Colhi o nosso almoço e cozinhei no meu templo. Delícia!

Saladinha recém colhida. Qual o seu valor? Para mim, incalculável... Alfaces de dois tipos, beterrabas, pancs e nossos primeiros tomates, ainda meio verdes. Com molho de iogurte e azeite de oliva.


Fiz um risoto de espinafre com limão e um novo teste com inhame. Deu certo!

Temos um querido amigo, o Pelle, que diz que faz uma batata suíça (ou rosti) maravilhosa. Eu digo diz, pois nunca comi, mas quem já comeu garante o dito. Ele veio para cá hoje de manhã e estava ajudando o Deva nas lidas campeiras. Ficou para o almoço. Aproveitando sua presença, peguei umas dicas para o Inhame Rosti. Beleza!

Usei um pedaço pequeno de inhame. Devia dar uns 200/250 gramas para duas unidades
Sal
pimenta do reino
Ghee
Queijo parmesão ralado na hora.

Cozinhar o inhame em pedaços grandes em água até ficar macio sem desmanchar. Escorrer o inhame. Colocar na geladeira para gelar. Ralar e temperar com sal e pimenta do reino. Em uma frigideira pequena, em fogo médio, derreter uma colher de ghee e deixar aquecer. Colocar uma camada de inhame ralado, rechear com queijo, colocar outra camada de inhame. Deixar dourar. Usar um prato de sobremesa para virar e deixar dourar o outro lado.

O Deva achou que ficou com um pouco do amido gosmento do inhame. Minha sugestão (que farei no próximo teste) é lavar bem depois de ralar. Eu adorei!

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Panner com Curry de Capim Limão & Salada de Pancs temperada com Mel de Dente de Leão e Flor de Sal

sábado, 24 de setembro de 2011

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O almoço de hoje teve duas saladas, arroz vermelho e prato principal. O tabule de trigo germinado não é novidade aqui no blog, receita aqui. Porém, hoje usei tomate no lugar no aipo. A salada de folhas mostrou-se uma grata surpresa, usei folhas amargas das PANCS (serralha, almeirão, trevo e ora-pro-nobis) e, para contrastar, o tempero foi apenas o mel de dente de leão (que em realidade é de serralha :)) e flor de sal. Ficou uma delícia! O prato principal foi uma mistura de sabores orientais adaptado de uma receita do livro que está sob minha custódia, conforme este post. Colocarei a receita original e as adaptações que fiz, destacando que a original era com frango e fiz com panner.

Para o Curry de capim limão
  • 01 talo de capim limão (daqui do sítio)
  • Um naco de galangal que chama-se Alpinia officinarum, um parente do gengibre. Como tenho um parente mais próximo aqui no sítio, usei o Alpinia zerumbet (daqui do sítio)
  • 02 folhas de limão kaffir, usei folhas do limão bergamota (daqui do sítio)
  • 03 echalotas picadas, usei uma cebola média (do supermercado)
  • 03 raízes de coentro, usei uma colher de semente (do mercado público)
  • 02 dentes de alho (do supermercado)
  • 02 pimentas verdes (daqui do sítio)
  • 05ml de pasta de camarão (como não tinha, não usei)
  • 01 colher de chá de cúrcuma, esqueci de colocar
Colocar no processador e bater até virar uma pasta.

Para o Paneer
  • 01 receita do Curry de capim limão
  • 03 colh de sopa de óleo, usei ghee (daqui do sítio)
  • 02 dentes de alho (do supermercado)
  • 500gr de frango cortado em cubos, usei paneer (daqui do sítio)
  • 03 colh de sopa de molho de peixe Thai, usei molho de ostra Thai (da loja La gourmandise de Porto Alegre)
  • 120ml de caldo de galinha, usei 200ml de fundo de galinha que tinha congelado (daqui do sítio)
  • 01 colh de chá de açucar granulado, usei o demerara (do supermercado)
  • 01 talo de capim limão, não coloquei este segundo talo
  • 05 folhas de limão kaffir, chiffonadas, usei 03 folhas de limão bergamota (daqui do sítio)
Aquecer levente o óleo ou ghee em uma wok ou frigideira grande, colocar o alho picadinho e deixar cozinhar em fogo brando até dourar. Colocar o curry de mexer por uns 40 segundos mais. Aumentar um pouco o fogo e colocar o frango ou panner, e mexer até ficar coberto pelo curry. Acrescentar o molho de peixe ou ostra, o caldo de galinha e o açúcar e cozinhar mexendo frequentemente, por mais dois minutos. Acrescentar o capim limão (que não usei) e as folhas do limoeiro, diminuir o fogo e deixar cozinhar por mais 10 minutos. Se secar acrescentar mais caldo ou égua. Servir imediatamente.

Diz no livro que a receita serve 04 pessoas. Não sei se foi em função do trabalho braçal na horta, mas eu e o Deva comemos tudo.

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Mel de Flores de Dente de Leão

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

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No fim de semana que passou a Déia veio nos visitar. Escrevi sobre isso aqui. A Déia me apresentou uma amiga dela que sabe muito de ervas e temperos e temos trocado inúmeras figurinhas: a Michele. Inclusive, ela tem um blog (link para ele) onde compartilha os seus saberes, vale a visita!

A Michele me passou um material bem bacana chamado "Buenezas de la Mesa", este material apresenta inúmeras receitas com várias Pancs. Uma beleza mesmo! Link para o pdf aqui.

Pois então, mudando um pouco de assunto, o clima primaveril tem nos visitado, trazendo um solzinho delícia para despertar as cores que estiveram hibernando nos últimos tempos. Este despertar traz consigo o crescimento das plantas e, consequentemente, da grama..... este início de parágrafo nada mais é do que um preâmbulo para afirmar: precisamos cortar a grama do jardim! Ela está alta e parece um mato! Parece simples, não?! Complicadíssimo! Quanto mais a grama cresce, mais o tal mato vira maravilhas aos meus olhos. Saio para caminhar e identifico várias plantas amadas, antes ignoradas por pura ignorância. Como cortar essas queridas?

Faz dias que observo um matinho de dente de leão nascendo em frente a porta da área de serviço. ontem tirei algumas fotos deste matinho, já sabendo que em breve as flores abririam em sol maior. O tal breve foi mais rápido do que eu imaginava. O sol quente iluminado nos brindou com um mar de flores amarelinhas. Lindas!

Aproveitei estas flores e fiz uma receita de mel de dente de leão adaptada do Buenezas e outras que peguei na internet. Achei que a do Buenezes leva muito açúcar, trabalhei com um pouco menos. O resultado foi um mel super aromático (que deixou a casa toda cheirosa), suave e bem doce. Ele está no pote esfriando e já estou imaginado ele por cima de uma fatia de bolo de fubá.

Que tal o mato em frente a nossa casa? Aí costumava ser um barranco de grama onde apenas alguns brotos de bambus abriam caminho (e depois eram cortados para virar comida da Ming Ao). hoje os brotos estão escondidos.

Aqui as flores colhidas hoje de manhã.
Os ingredientes da receita que fiz são:
600ml litro de flores - medi na jarra de vidro de medir liquidos (daqui do sítio)
01 limão em fatias - usei um limão bergamota (daqui do sítio)
750 ml de água
500 gr de açúcar - usei cristal biodinâmico da native
1/2 fava de baunilha - achei uma receita que levava sementes de meia fava de baunilha, como amo baunilha e usá-la é sempre um prazer, resolvi aderir a dica. Porém, eu não tinha fava de baunilha fechada. Tenho um pote com açúcar que, quando uso uma fava, deixou a casca secar e coloco dentro deste pote, assim, sempre tenho açúcar de baunilha em casa. Sendo assim, roubei meia fava de dentro deste pote. E posso garantir que fizeram seu papel!
Deve-se lavar as flores e levar em uma panela com a água e o limão até ferver. Assim que ferver, tampar a panela, baixar o fogo de deixar cozinhar por 20 minutos.
Depois dos 20 minutos, coar o chá que se forma, lavar a panela e voltar ao fogo brando com a fava e o açúcar por mais uma hora (aproximadamente). Não sei exatamente como achar o ponto, nem se o meu ficou no ponto, mas coloquei algumas gotas em um prato, ao esfriarem, ficaram levemente espessas.
Aqui o vidro com o mel, esta receita rendeu exatamente este vidro. Lembrando que o vidro foi esterilizado antes de ser usado, conforme já falei aqui.
Depois colocarei o parecer do mel frio, mas já adianto que acho que é possível fazê-lo com um pouco menos de açúcar. De qualquer forma, é uma delícia!

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Bendito seja o Inhame!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

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O sol volta a aparecer e o verde fica reluzente. Uma dádiva! Fui andar pelo sítio para pegar umas ramas de inhame, sim inhame! Temos muito inhame perto do açude, muito inhame!

Ser da cidade é curioso, levei alguns anos para entender que aquelas folhas que nos lembram os escudos dos 300 de Esparta são folhas de inhame. Por outro lado, o google que me é tão familiar proporcionou esta confirmação e ainda me deu de brinde a informação de que as folhas são comestíveis. Além disso, ser da cidade me proporciona o deslumbramento com essas descobertas. Saber da possibilidade de cozinhar com um produto em abundância que não exige manejo e substitui a batata! Saber que dependemos cada vez menos de ingredientes externos e podemos fortalecer nossa rede de trocas! Deslumbramento de viver de perto que, se existe fome no mundo, não são trigo/milho/soja transgênicos que apresentam alternativas viáveis para alimentar quem precisa. O nosso trigo é, em grande parte, importado e, depois de importado, é refinado. E vira o nosso pão. E será que pão precisa ser de trigo? E massa?

Sou uma apaixonada pelo aipim! E como não sou fiel, na lista, taco-a-taco, entra o inhame com toda sua força. E que força! Bendito seja o Inhame! E vamos de pão e massa de inhame...

Compartilho fotos do meu passeio de hoje.

Ciboulette (mais fininha que a cebolinha) atrevida nascendo entre funcho e hortelã.

A bardana que plantamos um ano atrás. Tiraremos sementes dela para daqui um ano colhermos raízes.
Amo bardana!

Pessegueiro em Flor!

Ameixeira em Flor!

Laranjeira em Flor! Ops, como assim? Acabou de terminar a safra das laranjas... :)

E aqui estão eles! Uma ponta do nosso exército de heróis! Nossos 300 da abundância!
Muito rizoma correndo por baixo deles!

É ou não é uma força incrível?

Um pedacitos para eu brincar no fim de semana!

Delícia tudo isso! Amo!

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Omelete de Bertalha com Cenoura e Queijo

sábado, 2 de abril de 2011

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Hoje fomos na feira, estava uma delícia! Dia de sol sem muito calor. Voltamos pra casa ao meio-dia, já com fome. Precisei fazer um almocinho rápido. Como comprei bertalha pela primeira vez, resolvi experimentar fazer algo com ela. Usei folhas e caules, mas da próxima vez usarei somente as folhas, pois é uma planta muito mucilaginosa, ou seja, contém aquela "gosma"que tem o quiabo e a ora-pro-nóbis, sendo bem concentrado no caule. O Deva não gosta desta textura, tentarei novas formas de uso para o caule. No caso das folhas, dá para usar como se usa espinafre. Fiz um omelete de bertalha com cenoura e queijo.

04 ovos orgânicos (do vizinho que tem banca na feira)
03 ramos de bertalha lavadas e separadas caule da folha (da feira ecológica)
02 cenouras pequenas picadas (da feira ecológica)
02 cebolas pequenas picadas (da feira ecológica)
algumas nacos de queijo (daqui do sítio)
02 colh de ghee (daqui do sítio) - ou óleo ou manteiga
Sal marinho (da feira ecológica)
Castanha moída (do supermercado)
Pimenta do reino (do mercado público)
Azeite de oliva (do supermercado)

Cortar as cenouras em pequenas tirinhas. Cortar os caules da bertalha em rodelas. Cortar as cebolas em cubinhos. Ferver 01 litro e meio de água para branquear os legumes. Braquear primeiro a cenoura, depois o caule, e por último as folhas da bertalha (Para braquear, colocar a cenoura cortada na água fervendo por mais ou menos um minuto, tirar com uma peneira e levar em água gelada. Fazer o mesmo com o caule cortado e por último com a folhas. Este é um processo de pré-cozimento que fixa a cor, sabor e nutrientes dos alimentos). Picar as folhas da bertalha bem miudinho.
Bater os ovos com um garfo, acrescentar sal e pimenta do reino à gosto e as folhas da bertalha. Colocar uma frigideira no fogo, deixar aquecer, acrescentar o Ghee, colocar a cebola sem deixar dourar. Colocar os ovos batidos. Fechar a frigideira com uma tampa para que a omelete também cozinhe um pouco por cima (o Deva não gosta do ovo mole, por isso, tenho que cozinhar bem). Quando estiver quase no ponto, colocar o queijo, a cenoura e os talos de bertalha. Tampar e deixar mais alguns minutos até o queijo derreter. Dobrar a omelete ao meio e levar ao prato (neste momento, a minha acabou quebrando um pouco). Colocar um punhado de castanhas trituradas e torradas, pimenta do reino e um fio de azeite de oliva.

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PANCS - Depois de conhecê-las, como não amá-las?

quinta-feira, 24 de março de 2011

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Nos últimos dias temos falando muito das PANCS aqui em casa, assisti uma palestra sobre elas, conversei com pessoas e  estou cada vez mais encantada. Mas afinal, o que são as PANCS?
São as Plantas Alimentícias Não Convencionais! Inclusive, muitas vezes são chamadas de "inço". As PANCS são plantas que nascem de forma espontânea e com pouquíssimas exigências para sobreviver. Muitas aguentam geadas e secas. Em geral, são fáceis de serem encontradas em beiras de estradas, terrenos baldios, florestas nativas e hortas que mantenham o manejo agro-ecológico. Pois elas, simplesmente, vêm... Presentes espontâneos! Exemplos de PANCS:
  • Taioba
  • Urtiga
  • Dente-de-leão
  • Bertalha
  • Jaracatiá
  • Hibisco
  • Ora-pro-nóbis
  • Abacaxi-do-reino
Aqui no RS o pesquisador Valdely Kinupp estudou mais de 1.500 espécies na região metropolitana de Porto Alegre e apontou cerca de 311 com potencial alimentício. Sendo que uma centena com grande potencial nutricional e passíveis de geração de renda.

As PANCS nos dão a possibilidade de incrementar os cardápios do dia-a-dia, com novos ingredientes e sabores, lembrando que, por suas características, são amigas de processos alimentares sustentáveis!

Aqui no blog já coloquei receita de risoto com serralhinha, torta com ora-pro-nóbis e escondidinho de ora-pro-nóbis. Coloquei também um post sobre o abacaxi-do-reino, com foto do que temos aqui em casa. O desafio é aprender mais e criar mais possibilidades com essas maravilhas.

O Valdely coloca uma frase que exprime a nossa cultura: "Somos xenófilos, o brasileiro não come a biodiversidade que tem". Meu sobrinho usa uma gíria: Gringo. Ela traduz algo que seja bacana, bom, legal! Ele tem 15 anos e está em uma geração que continua olhando para fora, que continua sendo colônia. O convite aqui é para que possamos olhar mais para o que é nosso e, mais do que olhar, colocar no nosso dia-a-dia!

Para saber mais sobre o Valdely, aqui o link de um site que tem uma entrevista com ele e 04 vídeos que ele fez durante suas pesquisas:
http://coletivocatarse.blogspot.com/2010/04/projeto-pancs-soberania-alimentar-e.html

A foto que está no post é da ora-pro-nóbis que temos na varanda. Ela foi plantada através de estaca na primavera passada.

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Suflê de aipim com Ora-pro-nobis

sexta-feira, 18 de março de 2011

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Quando eu postei falando sobre a colheita de aipim, comentei o meu desejo de cozinhar com aipim, ora-pro-nobis e ghee. Foi hoje! Fiz um suflê de aipim recheado com ora-pro-nobis refogada. A receita do suflê rendeu muito. Desta forma, eu fiz uma travessa pequena com a ora-pro-nobis e 10 suflezinhos temperados com cebolinha verde picada (em forminhas de muffin).

Para o suflê (cumbuca da foto + 10 sufles pequenos)
1/2 kg de aipim cozido (daqui do sítio)
03 colh de sopa de ghee (daqui do sítio) - pode ser manteiga
03 ovos - gemas e claras separados (da feira ecológica)
01 xic da água do cozimento do aipim - eu cozinhei na água com caldo de galinha caipira que tinha congelado
Sal marinho (da feira ecológica)
Pimenta do reino (do mercado público)

Para o refogado (para a cumbuquinha da foto)
60 folhas de ora-pro-nobis (daqui do sítio)
02 dentes de alho (da feira ecológica)
01 colher de ghee (daqui do sítio) - pode ser manteiga ou óleo

Refogado
Aquecer o ghee e dourar o alho picadinho. Colocar as folhas de ora-pro-nobis picadas. Não mexer muito e deixar uns 05 minutos.

Suflê
Bater no liquidificador o aipim, o ghee, as gemas, a água do cozimento, o sal, e a pimenta do reino. Bater as claras em neve. Em recipiente apropriado, misturar com cuidado as claras ao restante. Provar e ajustar sal e pimenta.

Montagem
Colocar um pouco da massa do suflê na cumbuca, colocar o recheio e cobrir com mais massa.

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Abacaxi do reino, a fruta da Costela-de-Adão

sábado, 11 de dezembro de 2010

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Há alguns dias eu coloquei no Blog o lindo presente que é a flor do alho poró.
Hoje apresentarei o contrário, a fruta que nos é dada por uma planta considerada ornamental: a Costela-de-Adão!

É curioso como muitas coisas se perdem na história, talvez por ficarem tão comuns e ordinárias que o desinteresse vai deixando cada vez mais pra trás... realmente muito estranho este tal bicho homem!

Reza a lenda que esta tão exótica fruta (pelo menos nos dias de hoje) era a fruta preferida pela Princesa Isabel (vide link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Costela-de-ad%C3%A3o) e realmente isso se justifica, pois ela é uma mistura de banana com abacaxi, super saborosa!

Para comê-la, basta esperar ela começar a soltar a casca e colhê-la. O único detalhe é que ela vai soltando a casca lentamente. Eu sempre guardo na geladeira e vamos comendo à medida que a casca vai soltando! Aí, é só tirar os gomos abaixo da casca com um garfo (este link mostra bem detalhadamente como fazer: http://umamadordanatureza.blogspot.com/2006/03/como-se-come-o-fruto-da-costela-de-ado.html).
Que tal ter um jardim com flores de Alho Poró e frutas da Costela-de-Adão? Belo Jardim!

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Risoto de Serralhinha e Alho Poró

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

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O almoço de hoje foi um luxo! Sem explicação! Descobri que a erva daninha que coloquei no post “Erva daninha – o que é isso?” (http://aformadeforma.blogspot.com/2010/11/erva-daninha-o-que-e-isso.html) não só é comestível, como tem excelentes propriedades e deixa os pratos lindos.
Link para saber das propriedades:
http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/serralhinha.html

Onde me informei a respeito de sua possibilidade culinária:
http://come-se.blogspot.com/2010/03/e-tempo-de-pincel-de-estudante-ou.html

Olha as danadinhas aqui!
Resolvi fazer um risoto de Serralhinha e Alho Poró (para honrar as serralhinhas, colhi os alhos porós remanescentes que tinha na horta! Elas mereceram).  As ditas florzinhas cruas se mostravam bem suaves. E foi assim, o gosto do alho Poró sobressaiu, mas pegando individualmente, elas traziam sua maciez e suavidade... sem contar a beleza do prato. O sentido da visão foi aguçado de imediato, o sucesso já estava garantido! Dou boas vindas às ervas daninhas a nossa mesa!

Fiz um brodo de ervas:
01 cebola média picada (daqui do sítio)
01 dente de alho picado (da feira ecológica)
Um tanto de alecrim (daqui do sítio)
Um tanto de tomilho (daqui do sítio)
Um tanto de manjerona (daqui do sítio)
Pimenta preta Al Merken (chilena)
Sal marinho (da feira ecológica)
02 litros de água
01 colher de manteiga (daqui do sítio)

Derreter a manteiga, dourar a cebola e alho. Acrescentar os temperos e a água. Deixar ferver. Eu deixei ferver em torno de 01 hora. Se necessário acrescentar mais água. Deve resultar em 01 e ½ litros de caldo.

Para o Risoto:
01 xic de flor de serralhinha (daqui do sítio)
05 alhos porós pequenos - ou 02 médios de supermercado (daqui do sítio)
02 xic de arroz arbório (do supermercado)
02 xic de vinho branco seco (do supermercado)
01 cebola média picada (daqui do sítio)
02 dentes de alho picados (da feira ecológica)
100gr de manteiga (daqui do sítio)
100gr de queijo cabaça ralado – pode ser parmesão (daqui do sítio)

Derreter metade da manteiga. Fritar a cebola e o alho até ficarem transparentes. Acrescentar o arroz. Fritar até ficar um pouco translúcido. Acrescentar o alho poro, previamente picado.  Com fogo baixo, colocar o vinho e deixar ser absorvido. Quando o vinho tiver sido absorvido, começar a colocar conchas de caldo, previamente coado. Colocar duas a três conchas e deixar absorver. Colocar mais caldo e ir verificando o arroz até que fique tenro e Al dente. Se o caldo acabar antes deste ponto, pode-se utilizar água fervente. Com o fogo desligado, acrescentar o restante da manteiga (aos nacos), o queijo e a flores de serralhinha. Misturar bem, tampar e deixar descansar por breves minutinhos (de 02 a 04) para ficar cremoso e brilhante.

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Torta salgada de pesto de espinafre e ora-pro-nobis

terça-feira, 2 de novembro de 2010

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Estava louca para usar um pouquinho de ora-pro-nobis nas minhas receitas. Os pezinhos que plantei ainda estão bem pequenos, mas não resisti e tirei umas folhinhas de alguns conseguindo juntar uma xícara.

Recheio
01 colh de sopa de manteiga (daqui do sítio)
500gr de ricota (daqui do sítio)
05 colh de sopa de requeijão (daqui do sítio)
02 dentes de alho picados (da feira ecológica)
08 colh de pesto de espinafre (daqui do sítio) - usei este pesto, pois queria aproveitar o que já tinha feito, pode ser substituído por outras coisas (cenoura ralada, tomate picado, abobrinha italiana, outros queijos...)
01 xíc de folhas de ora-pro-nobis (daqui do sítio)
03 colh de sopa de cebolinha picada (daqui do sítio)
02 ovos (da feira ecológica)
sal marinho (da feira ecológica)

Em uma panela doure o alho na manteiga. Depois coloque a ricota, o pesto e as folhas de ora-pro-nobis picadas. Deixe cozinhar até ficar uma pasta (secar o que tiver de líquido - para não amolecer a massa) e acerte o sal. Deixe amornar. Separadamente bata dois ovos na mão e misture a pasta de ricota.

Massa
07 colh de sopa de farinha branca (do supermercado)
07 colh de sopa de farinha integral (do supermercado)
01 colh de sopa de fermento (do supermercado)
04 colh de manteiga (daqui do sítio)
sal marinho (da feira ecológica)
02 ovos (da feira ecológica)

Misture bem as farinhas, o fermento e a manteiga. Acrescente os dois ovos e o sal. Sove bem. Deve ficar uma massa lisa, homogênea, sem grudar (porém quebra fácil). se necessário colocar mais farinha para ficar neste ponto. Separe um pouco mais da metade da massa, abra com um rolo e forre uma forma (previamente untada e enfarinhada). Eu dei uma pré-assada de uns 15 min em fogo bem baixo com feijões dentro da massa para não inflar (mas acho que não seria necessário). Coloque o recheio e cubra com o restante da massa. Pincelar com uma gema (eu usei manteiga, mas não é o mesmo efeito) e decorar com sementes de papoula (ou gergelim, linhaça, amêndoas picadas...)

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