skip to main | skip to sidebar

Assine, curta & siga

  • Siga @aformadeforma

Pesquisar este blog

Nos bastidores do Blog

  • Anjali - Paula Magnus
  • Anjali Paula

Seguidores

Visito e Indico

  • Aromas e Sabores
  • Come-se
  • La Cucinetta
  • Marisa Ono
  • Prato Fundo
  • Sítio dos Herdeiros
  • Vida Sustentavel

Marcadores

  • vegetariano (70)
  • historias (56)
  • melhores (34)
  • dicas (24)
  • sitio (24)
  • pancs (14)
  • bionat (10)
  • resgate (10)
  • carnes (6)
  • germinados (5)
  • horta (5)
  • cotidiano (3)
  • gestao (3)
  • vídeos (3)
  • peixe (2)
  • temazcal (1)

Arquivo do blog

  • ▼  2013 (5)
    • ▼  março (1)
      • Oficina de Embutidos Orgânicos Frescos com Leonard...
    • ►  fevereiro (2)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2012 (42)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  outubro (3)
    • ►  setembro (4)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (1)
    • ►  junho (2)
    • ►  maio (3)
    • ►  abril (6)
    • ►  março (6)
    • ►  fevereiro (7)
    • ►  janeiro (8)
  • ►  2011 (146)
    • ►  dezembro (5)
    • ►  novembro (10)
    • ►  outubro (19)
    • ►  setembro (13)
    • ►  agosto (13)
    • ►  julho (10)
    • ►  junho (8)
    • ►  maio (6)
    • ►  abril (14)
    • ►  março (17)
    • ►  fevereiro (17)
    • ►  janeiro (14)
  • ►  2010 (98)
    • ►  dezembro (21)
    • ►  novembro (45)
    • ►  outubro (32)
Design by Priya. Tecnologia do Blogger.
a forma de forma
  • INÍCIO
  • Quem Somos
  • Sítio Arupa
  • Receitas
    • Pratos Principais
    • Saladas
    • Entradas
    • Acompanhamentos
    • Molhos
    • Pães
    • Laticínios
    • Petiscos
    • Doces
    • Conservas
    • Especiarias
    • Bases da Cozinha
    • Bebidas
    • Outros
  • Valem visita
  • Imprensa
  • Antirrestaurante
  • Comunique-se

O Ano Novo, a Faxina e os Amigos: Livros!

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook

Como é de praxe aqui no Arupa, aproveitamos os dias do fim do ano com toda a sua calmaria e seu calor para colocar a casa abaixo. E depois montamos novamente. Não fizemos isso desta forma no ano novo 2011/2012, pois havíamos recebido ventos difíceis um pouco antes do Natal. Desta forma, resolvemos botar para quebrar no nosso ano novo 2012/2013 (essa é a nossa forma estranha de botar para quebrar no reveillon). Terminamos esses dias com os corpos moídos, mas a alma lavada. O alívio de colocar as coisas em movimento.

Nesta semana, coloquei alguns dos meus melhores e mais íntimos amigos para tomarem um banho de sol. Lindos.


Depois de ter o escritório bem faxinado trouxemos todos de volta para as prateleiras. Um bonito movimento. Me surgiu as perguntas: como você organiza os livros na sua casa? Por ordem alfabética? Por cor? Por tamanho? Por assunto?

Pois é, aqui no Arupa organizamos nossos livros por afinidade. Sabemos que quem não entende a nossa lógica/afinidade se perde em meio as prateleiras e livros. Mas afinal, de quem é a biblioteca?

Na prateleira com melhor acesso estão os nossos melhores amigos. Aqueles que são tão íntimos que chegam a nos confundir: ele sou eu? Aqueles que revisitamos incansavelmente, voltando com muita frequencia para a nossa mesa de cabeceira. Uma relação de amor profundo. São aqueles amigos que muitas vezes nos tiram da zona de conforto. Só os melhores amigos conseguem/podem fazer isso. Dando uma palhinha, nesta prateleira juntamos: Nisargadatta com Douglas Adams; Alan Watts com Tolkien; Osho com Alberto Caeiro; Walt Whitman com Nietzsche; Veríssimo com Rumi. E por aí vai... amigos realmente muito íntimos.

Na segunda prateleira são os amigos que amamos e nos damos muito bem, visitamos eles com frequencia. Porém, com eles, não corremos o risco de perder a estrutura. São amigos confortáveis. Eles têm um colo macio que amamos. Alguns deles: Lewis Carrol, Neruda, Ken Wilber, Amit Goswani. E por aí vai...

Na terceira prateleira são os amigos especialistas. Aqueles amigos com quem podemos ficar horas seguidas juntos conversando sobre um mesmo tema. É uma delícia! Amigos com quem os encontros perdem as horas e a troca é imensa. Alguns exemplos: Barbara Kingsolver (breve citação aqui, livro que merece um post), Alice Waters (falei dele aqui), Pe. Ivanir João Franco, Rudolf Steiner (caso bem específico do Steiner, pois é um livro de agricultura, bem possível que algum outro livro dele fosse para outra prateleira). Esta prateleira tem muitos livros de agricultura, cultivo, alimentos, receitas, meio ambiente, sustentabilidade. É nela que está o livro do meu querido pai, amigo de muitas horas e com certeza um amigão específico para a cozinha. Já falei dele aqui e aqui.

Depois temos a prateleira dos parceiros. Aqueles que nos dão boas conversas e bons momentos, mas não nos chamam para revisitá-los. Ficam guardados com carinho dentro de nós e na prateleira. Sendo que, algumas vezes, deixamos eles irem com novos amigos.

Também temos a prateleira que divide o grupo da autoajuda com o grupo técnico empresarial (se é que podemos dizer assim). Num lado um grupo, noutro o outro e uma escultura de pedra no meio. São livros de contabilidade, finanças, marketing, planejamento estratégico... amigos que não revisitamos, mas acreditamos (deixo claro que é uma crença falida) que podem ser necessários em algum momento. No lado da autoajuda encontramos o Anticâncer (meu livro de cabeceira por muitos meses de 2012, falei dele aqui), livros de Tarot, livros do Jung, psicodrama. Amigos que buscamos quando estamos num beco sem saída. São bons amigos, bons ouvintes. Nós recorremos a eles e depois de lê-los voltamos para a primeira prateleira.

Há a prateleira de revistas. Sim, eu revisito revistas. São revistas de cozinha, jardinagem, arquitetura e decoração. Como não dou a menor bola para moda, vejo bem feliz uma revista dos anos 70, 80, 90 ou 2000. E sempre encontro muito boas ideias. Parecem sempre revistas atuais e novas para mim. Sem contar que é bem econômico.

Ainda temos a prateleira dos amigos mal lidos, ou seja, aqueles com quem não temos nenhuma afinidade. São os amigos com quem ficamos alguns instantes e cansamos. Alguns deles já mereceram inúmeras investidas, mas acabamos sempre desistindo. Porém, confiamos na vida e na sua capacidade de criação. Vai que a afinidade surge de uma hora para outra? Afinal, eles parecem tão lindos, tão interessantes. Bons exemplos desta prateleira são os amigos “O monge e o executivo” e o “Quem somos nós”.

Alguns amigos perdidos pipocam aqui e ali no nosso critério subjetivo. Mas como são poucos, acabamos deixando junto com algum grupo para que façam novos amigos. Além dos de arquitetura e artes, gatos pingados que ficam nos escritório já que a maioria encontra-se na sala para que outros amigos possam conhecê-los.

Por fim, alguns amigos de quem nos despedimos. Amigos que terão outro destino. E desejamos que sigam seu caminho e encontrem bons novos amigos, com real afinidade. Afinal, ano novo, vida nova para todos que amamos. E a isso, incluo os livros, meus amores secretos. O problema é que, por mais que nós deixemos alguns amigos seguirem seus rumos, novos surgem e as prateleiras vão ficando pequenas. A sensação que tenho é que são muitos amigos por amar!

Continue lendo >>

0 comentários  

Visita dos alunos e professores do Senac no ARUPA

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook



Faz tempo que não escrevo no Blog, a correria está grande.

Mas realmente esta postagem vale uma parada na correria para compartilhar. No domingo passado, dia 02/12, recebemos a visita de professores e alunos do curso de cozinheiro básico do SENAC. Mais um passinho dado na área de educação. No ano passado, propus uma visita piloto com a minha turma de cozinheiros. Acabamos organizando um dia muito legal, com a presença também de alunos e professores. Vide link.

A ideia é que esta atividade se torne curricular, mas ainda não chegamos lá. O bacana é que professores do SENAC tem em si a semente deste projeto, sabem da importância de levar o aluno a conhecer a origem dos ingredientes, sabem a importância de apresentar os alunos aos produtores. Desta forma, o querido amigo e professor, Gabriel Rossi, nos cutucou para recebêssemos novamente um grupo aqui no sítio. E assim foi.

O dia foi dividido em atividades da manhã e da tarde. Eles chegaram aqui no sítio às 7h45. Madrugaram para estarem aqui. O Deva iniciou o dia com uma breve conversa sobre nossa vinda para cá. Depois, caminhamos pelo sítio, falamos de manejo ecológico, permacultura, mostramos o processo de compostagem, falamos de resíduos.
Entramos na casa e fizemos o exercício do desenho do fluxo de alimentos que foi apresentado para toda a turma. A atividade foi bem legal. Finalizamos com uma conversa em roda.
De tarde saímos em carreata rumo ao Sítio da Sirley, produtora de Viamão com banca no Bom Fim. Eles produzem queijo, pães, doces, conservas e hortaliças que vendem na feira. E produzem galinha, pato, ovos para consumo próprio.
A Sirley nos recebeu com um generoso almoço muito saboroso. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer uma família que vive da produção de orgânicos, conhecer a produção, os animais... Além de terem o acesso aos produtos diretamente da fonte. O que podem querer mais?
Feliz, feliz fico eu com esta atividade. Ainda com a meta de que seja curricular, pois de onde vejo o ganho que os alunos têm é realmente muito grande. Mas vamos indo, um passinho de cada vez...

E agradeço ao Reinaldo por nos autorizar a publicar as lindas fotos que ele tirou!

Continue lendo >>

0 comentários  

Oficina de biscoitos no CEDIN

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook


Semana passada, o Deva e eu fomos fazer uma oficina de biscoitos no Centro de Desenvolvimento Infantil Jardim do Castelo – CEDIN.

O CEDIN é um daqueles lugares apaixonantes que dá vontade de visitar sempre. Nele trabalham mais um tanto daqueles que considero os heróis anônimos do nosso tempo (assim como meus amigos produtores orgânicos ou os queridos do Papo de Responsa). A diretora, Mosa, a equipe de professores, as pessoas que compartilham/revezam a cozinha... todos são voluntários. Nosso grande amigo Juca, acupunturista do Deva, amigo de todas as horas é o cozinheiro das sextas-feiras. Foi ele quem nos convidou para ir lá conhecer o CEDIN.

No CEDIN, as crianças estão diariamente em um ambiente de muito amor, muita abundância.

Vou lá, faço uma oficina e saio com desejo de quero mais. Vou lá, faço uma oficina e sinto que é pouco. Vou lá, faço uma oficina e sinto que é muito... recebi muito! Vou lá, faço uma oficina e me sinto impotente. Muitas perguntas me surgem e vejo que relações sociais não é uma ciência exata. É desafio, é circular.

Se você quiser conhecer o CEDIN, apoiar o CEDIN, receber tudo o que eles têm para dar, me escreva que faço questão de te levar lá.

Fico muito, mas muito feliz em conhecer esses heróis e o gostinho de quero mais que inquieta é a garantia de ir lá mais vezes e a garantia de seguir pelo caminho que estamos indo. Abaixo alguns registros que o Deva fez. Só não tiramos fotos dos biscoitos prontos. Mas garanto que ficaram deliciosos. Receita aqui.

Aprendendo a receita, pesando ingredientes...

Mão na massa. Literalmente!

Carinhas lindas esperando os biscoitos.

Ao sair de lá, a pergunta que fica: Quem recebe mais?
Creio que todos! Abundância...

Continue lendo >>

0 comentários  

Sabão feito com óleo de cozinha

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook

Faz alguns anos que busco a receita perfeita de sabão com óleo de cozinha. Posso dizer que cheguei quase a perfeição. Algumas tentativas desandaram, algumas vezes o óleo ficou separado do restante, outras não endureceu... Hoje, o sabão que faço fica ótimo de usar, mas o aspecto não é dos melhores.

A pergunta que surge: por que eu faço sabão? Eu não faço fritura em casa e praticamente não uso óleo na cozinha (minha prática diária é usar o ghee - se você não sabe o que é ghee, veja aqui). O que acontece é que uma pessoa muito especial que trabalha conosco aqui no sítio - a Maria - tem um filho que é proprietário de uma lanchonete. Já viram, né? Pois é, ele faz muita fritura na lanchonete. Para minha tristeza, além da fritura em si, ele deixa o óleo no limite de saturação e, para completar, quando já não mais conseguia usar, jogava ralo abaixo pelo tanque.

Sobre a questão da saturação, já conversei com a Maria. Porém, este é um problema que mexe no bolso e ficou bem difícil de integrá-lo na rotina do estabelecimento. Sobre o óleo ir para o ralo, pedi que eles apenas colocassem o óleo em garrafa pet para me entregar (sem nem filtrar). Para minha surpresa, eles conhecem uma boa receita de como fazer sabão a partir de óleo de cozinha. Mas é bem mais fácil comprar um galão no supermercado... afinal, para que ter trabalho se o mundo facilita as coisas? :) A lógica de consumo atual é realmente bem perversa...

Bom, eu gosto muito do sabão feito com óleo de cozinha e fico bem feliz a cada leva que consigo fazer. Testei diversas receitas da internet que não derem certo. Ganhei um pote do melhor sabão de óleo de cozinha que já conheci (presente do meu querido amigo e professor Marcus Monteiro). Porém, não consegui a soda cáustica líquida que, conforme ele me explicou, faz um sabão de melhor qualidade.

Nas minhas pesquisas que deparei com um blog muito bom: o eCycle. Neste blog encontrei uma bela receita. A minha não fica tão lisinha como a deles (por isso afirmei que é quase perfeita). Mas dá um sabão muito bom. Link da receita original aqui.

  • 02 Litros de óleo de cozinha usado (o óleo que uso é bem escuro, bem saturado, para minha tristeza)
  • 350 mililitros de água - usei meio a meio com suco de limão
  • 350 gramas de soda cáustica em escamas
  • 50 mililitros de álcool
  • 07 potes de nata ou queijo cottage vazios (uso para colocar o sabão pronto, esse é o rendimento final)
  • 01 colher de pau
  • 01 par de luvas para lavar louças
  • 01 máscara descartável (uso um lenço sobre a boca e o nariz e não respiro sobre o balde)
  • 01 óculos de jardinagem (uso por conta do vapor da soda)
  • 01 balde
  • Peneira e voal para filtrar o óleo
  • opcional - 05ml de essência aromática (usei o limão, mas já usei essência de eucalipto em outra ocasião, fica super cheiroso)
OBS: Muito cuidado com esta receita, a soda é muito perigosa e pode causar queimaduras sérias!

Ingredientes e utensílios

1 - Amornar a água (no meu caso, suco de limão e água)
2 - Colocar a água no balde e juntar a soda em escamas. Muito cuidado nesta hora, o vapor que solta é perigoso, não respirar em cima do balde. O ideal é tomar uma distância usando uma colher bem grande. Mexer até dissolver bem a soda (alguns minutos).

3 - Acrescentar o óleo filtrando pelo voal e peneira.

4 - Mexer por 30 minutos (essa é parte que ninguém gosta). A partir do minuto 15 é possível perceber que a mistura vai engrossando.

5 - Acrescentar o alcool e mexer bem para não empelotar... hahaha o meu nunca dá certo. Sempre vira esse "engruvinhamento" aí da foto. Por mais rápida que eu seja para mexer. Se alguém tiver alguma boa dica de como fazer para isso não acontecer, eu agradeço!

6 - Também não é nada desesperador. Eu coloco em potes assim mesmo. Deve-se aguardar pelo menos uma semana antes de usar. Logo que está pronto, a soda agride as mãos. Quanto mais tempo esperar, melhor. A foto aí de cima é de uma leva que fiz há dois meses. Mesmo ficando embolotado, está ótimo de usar.

Fica a dica!

Continue lendo >>

1 comentários  

Doce de Abóbora

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Enviar por e-mail Postar no blog! Compartilhar no X Compartilhar no Facebook

Eu tinha armazenado aqui em casa uma abóbora menina (aquela de pescoço) há uns 04 meses. Ela foi colhida com um pedaço do caule, o que permitiu que ficasse intacta até agora.

Ontem, finalmente, resolvi dar um destino para ela. Doce de abóbora aromatizado com fava tonka e lírio do brejo.

A receita é bem fácil, mudei apenas as especiarias. Já falei da fava tonka aqui. E do lírio do brejo aqui.


Ingredientes:
  • 2,5 kg de abóbora descascada cortada em cubos (daqui do sítio)
  • 2,3 kg de açúcar demerara orgânico (da Native, compramos direto do fornecedor)
  • 5 xícaras de água
  • 1/2 fava tonka ralada (da chá e cia)
  • 01 bom naco de lírio do brejo descascado e em pedaços (daqui do sítio)
  • Suco de 01 limão (daqui do sítio)
  • 2,5 colh de sopa de cal virgem (comprei um pacotinho de 150 gr em uma ferragem, a vendedora me garantiu que servia para fins culinários... deu certo)
Diluir bem o cal em 2 lts de água. Colocar a abobóra na água com cal e completar com o suficiente de água para cobrir todos os cubos. Deixar agir por 01 hora mexendo de vez em quando para que os cubos de cima desçam e tomem contato com o cal. Passado este tempo, escorrer e lavar bem os cubos para tirar qualquer resíduo de cal.

Colocar o açúcar e a água em uma panela grande e deixar o açúcar desmanchar bem até ferver e não ficar nenhum grão inteiro. Deixar ferver por uns 15 minutos em fogo baixo.

Acrescentar as especiarias, o suco de limão e os cubos de abóbora.

Deixar ferver novamente e cozinhar em fogo baixo até a abóbora ficar macia (em torno de 45 minutos, 01 hora).

Colocar em vidros previamente esterilizados cobrindo com a calda. Já expliquei como esterilizar aqui.

Deixar curtir por uns dias e bon appetit!

Continue lendo >>

2 comentários  

Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...